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Filiar-se as associações existentes no Brasil foi o primeiro passo pós-diagnóstico. Como associada não só recebo informativos atualizados, como também descontos nas palestras, seminários e cursos promovidos por ambas associações, ou seja, faço-me presente.
AABD - Associação
Brasileira de Dislexia é composta por uma equipe multidisciplinar
para diagnostico diferencial e encaminhamento adequado a cada caso. Realiza
também um trabalho de divulgação da dislexia, de orientação
e formação profissional e pesquisa quanto a incidência
e forma da dislexia no Brasil. Organiza reuniões de pais e disléxicos,
cursos , jornadas, palestras, cadastros de profissionais e etc. Localiza-se
em São Paulo, fone / fax: (011) 258-7568, 231-3296 contato@dislexia.org.br.
Para associar-se on line: http://www.dislexia.org.br/associese.html
IV Simpósio Internacional - Cérebro/Dislexia/Cognição/Aprendizagem - evento que reuniu profissionais das diversas áreas de todo o Brasil e da América Latina, em três dias de palestras (28/29/30 de setembro de 2000 ), discussões e debates sobre as pesquisas e trabalhos que vem sendo desenvolvidas nas diversas áreas sobre dislexia. Todas as sessões deste simpósio foram gravadas em 18 fitas de vídeo pela TVMED. Pode-se adquirir todo o simpósio ou apenas as fitas que lhe interessarem. Vale a pena conferir !!!
A AND - Associação
Nacional de Dislexia é uma sociedade civil com objetivos
científicos - culturais e sociais, constituída em julho de
2000. Av. Ataulfo de Paiva, 1709 sala 1102 - Leblon. fone: (021) 529 2461/
fax (021) 540 0741. Infelizmente a página da AND ainda está
em fase de construção, assim que estiver disponível
será aqui incluida.
No dia 05 de maio participei da
Primeira Jornada Nacional de Dislexia, evento promovido pela AND em parceria
com o curso de Fonoaudiologia da Universidade Veiga de Almeida. O programa
" Identificando a Dislexia " foi coordenado por Maria Teresa Nascimento
Alves, fonoaudióloga, psicomotricista, coordenadora e professora
do curso de fonoaudiologia da Universidade Veiga de Almeida e professora
do Instituto Brasileiro de Medicina e Reabilitação. Os palestrantes
convidados foram:
Clélia Argolo Estill, fonoaudióloga e psicopedagoga clínica, vice-presidente da AND. Fone (021) 259 9959. http://www.annalacombe.com.br/artigos.htm#Dislexia
Fábio Barbirato Nascimento Silva, neuropsiquiatra do setor de neuropsiquiatria da infância e adolescência da Santa Casa da Misericórdia.
Renata Mousinho, fonoaudióloga, professora de dislexia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. A UFRJ é único lugar no Rio de Janeiro onde o exame " Processamento Auditivo Central ", o PAC é gratuito. fone: (021) 295 6282 - ramal 60.
Marcia Cavadas, fonoaudióloga, mestre em distúrbio da comunicação humana da UNIFESP, professora de fonoaudiologia das Universidades UFRJ e UVA.
Suelena Vieira de Melo Bastos, psicóloga clínica, coordenadora do "Student Service Department"da Escola Americana do RJ.
Cristina Costa Lima, fonoaudióloga, pós graduada em linguística.
No final da jornada, sugeri à
Clélia, vice-presidente da AND, que pedisse aos pais presentes que
se identificassem e para minha surpresa apenas 2 pessoas levantaram suas
mãos. Éramos apenas 3,
3 vozes que uniram-se no final,
mas que desde então não voltamos mais a nos falar.
Espero que este espaço colabore para tal união. Pois segundo
a própria AND "A UNIÃO DE MUITAS VOZES FALANDO EM
PROL DAS PESSOAS COM DISLEXIAS, FAZ A DIFERENÇA".
Estas são as principais Organizações Internacionais de Dislexia. Todas possuem formulários on line de filiação em diversas categorias e preços. A associação individual oferece uma série de benefícios, seu custo anual gira em torno de $50.00.
The International Dyslexia Association (IDA) - Associação
Internacional de Dislexia - localiza-se em Baltimore, USA. Organização
sem fins lucrativos com objetivos científicos e educacionais, dedica-se
ao estudo e tratamento da dislexia. A IDA foi fundada há mais de
50 anos para dar continuidade ao pioneiro trabalho do Dr. Samuel T. Orton
( The Orton Dyslexia Society ), a primeira pessoa a identificar a dislexia
e sua correção.
Dyslexia International
Tools & Technologies - http://www.ditt-online.org/
Europen Children in Crisis
( Brussels, Belgium) - http://www.ecic.be/
LD online é
um serviço do projeto de Aprendizagem de Washington em associação
com a Coordenação da Campanha de Dificuldades de Aprendizagem
(CCLD) - http://ldonline.org/
Escolas, Métodos de Alfabetização, Correção
e etc:
" Todas as crianças que reprovam ao fim do primeiro
ano, por dificuldades na aquisição da leitura e/ou escrita
deveriam ser encaminhadas para exames a fim de se determinar se se tratam
de caso de dislexia. Seria muito interessante que as autoridades escolares
tomassem conhecimento do problema, no sentido de dar solução
conveniente aos casos, sem confundi-los com outros tipos de dificuldades".
( Santos,1986 )
Muitas vezes a simples mudança do método de alfabetização
já é suficiente para evitar-se o suplício da alfabetização
para estas crianças. Durante 4 anos, mesmo sem entender as dificuldades
da minha filha na aprendizagem das letras e seus sons, eu questionava senão
era o caso de uma simples mudança de método. Todos, sem excessão,
abominavam minha sugestão e por outro lado, reprovavam minha filha.
Hoje, ela é personagem da "Casinha
Feliz" e eu divulgadora.
Entrem e não deixem de passar pelo observatório pedagógico.
http://www.pagebuilder.com.br/casinhafeliz/
http://www.lindamoodbell.com/Press/newsweek1999.html
Pedagogia Waldorf -
http://sab.org.br/pedag-wal/pedag.htm
" Há alguns anos atrás, troquei a caneta e o papel por
um monitor e um teclado, verifiquei uma mudança que foi mais que
o óbvio avanço da tecnologia. Algo mudou na minha dislexia,
ou antes na minha existência disléxica.
A primeira diferença notável foi a minha caligrafia,
que deixando de ser caligrafia passou a ser datilografia mais compreensível
e fácil de ler.
Pela primeira vez na minha vida, as outras pessoas podiam ler o que
eu tinha escrito. Então um fato surpreendente chamou a minha atenção
- eu tinha muito menos erro de ortografia. Claro que continuava a escrever
"à minha maneira" mas sem perceber como ocorriam menos, consideravelmente
menos erros.
Sendo uma pessoa profundamente curiosa, não poderia deixar esta
mudança acontecer sem ter uma explicação satisfatória,
após ter feito alguma leitura e pesquisa cheguei a uma conclusão,
a qual eu apelido de "A minha Pequena Teoria sobre o Teclado Disléxico".
Existem quatro processos de escrita que uma pessoa pode utilizar:
1. O processo acústico no qual a pessoa diz a palavra
para ela própria enquanto a escreve. Este processo é principalmente
utilizado com palavras muito compridas.
2. O processo de sequenciamento de letras no qual se aprende
a sequência de letras que formam uma palavra.
3. O processo de escrita visual em que a pessoa tem a imagem
visual da palavra e a cópia para o papel.
4. O processo de mecanização em que se recorda
a palavra como uma sequência de movimentos da mão.
Tal como outros disléxicos, a minha percepção
visual é dominante e portanto eu acredito que para mim o processo
mais natural de utilizar é o de escrita visual. Mas, no entanto,
mesmo utilizando o processo de escrita visual, existe um momento no qaul
minha mente tem de "traduzir" a imagem visual apropriada da palavra em
letras para serem moldadas pelos movimentos das mãos. Ao datilografar,
no entanto, alguma da tradução é gravada sob a forma
do teclado, com letras à frente dos olhos do utilizador e apenas
é preciso selecioná-las. Tendo as letras já moldadas
evita a este a necessidade de atribuir recursos mentais para o processo
de moldagem das letras e o movimento apropriado da mão como oposição
ao simples e mecanizado movimento do dedo ao datilografar.
Esse fato, além de evitar o processo de "tradução"
permite também que muitos dos erros ortográficos desapareçam
e facilita o processo de escrita. Esta teoria pode ou não ser precisa
mas, sendo esta baseada em fatos, aparentemente lógicos, pode sugerir
que o computador se torne o melhor amigo do estudante disléxico."
por Yishay Garbasz
O alphasmart é um teclado eletrônico com um pequeno écran
LCD que funciona com três pilhas do tipo AA durante cerca de 300
horas. Ele não tem qualquer sistema operativo: liga-se e pode-se
começar a escrever imediatamente. Para escrever texto em bruto é
uma ferramenta sem igual. Ideal para o disléxico. Custa aproximadamente
C$ 600, 00, tel (16) 6321731, Ribeirão Preto - S.P. O vendedor
não soube informar sobre sua utilidade para disléxicos. http://www.alphasmart.com/languages/portuguese/index.html
O BestReader é um software gratuito e disponível na internet
que facilita a leitura no computador. Ele capta os textos dos aplicativos
Windows e os divide em páginas, com fontes, cores, margens, alinhamento
e formatação definidos por você.
http://www.bestreader.com/port/index.htm
O sistema operacional Dosvok foi desenvolvido pelo Núcleo de Computação
Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro ( UFRJ ) que
se comunica com o usuário através de síntese de voz.
O Dosvok fala e lê em português,
acoplado a um aparelho de "scanner" e com o uso de um programa de "Optical
Character Recognition" (O.C.R.) pode ler textos em papel. Uma cópia
do DOSVOX para Windows, versão Light, pode ser baixada pela internet
no endereço http://caec.nce.ufrj.br/dosvox/sistdvox.html.ou
http://www.saci.org.br/kitsaci1/instmini.bat
Essa versão é suficiente
para um estudante ou um operador com poucas necessidades profissionais.
O DOSVOX versão Pro, pode ser obtido através do Centro de
Distribuição DOSVOX, cujo responsável é Katia
Oliveira. Essa versão contém uma grande quantidade de programas
de uso profissional, alguns deles produzidos por programadores free-lancer,
e em especial diversos programas para uso de Internet. Para obter a versão
PRO, telefone para (021) 238-1400 - Rio de Janeiro. Os autores deste programa
não permitem sua comercialização.